Resumo: O artigo pretende colocar em paralelo a evolução da hipoteca das terras e de escravos no Brasil no contexto econômico e da Economia Política do país durante o Segundo Reinado. A economia brasileira sofria com a falta de liquidez, crédito e financiamento na época. Terra e mão de obra escrava constituíam os fatores de produção por excelência naquele arranjo institucional. O instituto jurídico da hipoteca foi manejado, em associação com estes fatores de produção da economia cafeeira, para atender à demanda por crédito.
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